Nasce do seu briefing
A fórmula é escrita a partir da história que a sua marca conta. Antes dessa conversa, ela não existia.
Criamos a fragrância do zero, a partir da história que a sua marca conta. Ela não existe em nenhum outro lugar do mundo, e não vai existir.
Ninguém confunde o seu logo, a sua cor ou o seu jeito de falar. O quarto lugar onde a marca poderia assinar continua vazio, e é o único que vai direto na memória.
Seis etapas. A primeira depende de você; o resto é ofício nosso.
Quem entra no seu espaço, e para quê. Público mais masculino, mais feminino ou misto; quanto tempo a pessoa permanece; se ela chega decidida ou vem passear; o que a concorrência da mesma rua já cheira.
Acontece dentro da Descoberta Olfativa, e é a única etapa que depende inteiramente de você.Antes de falar em ingrediente, fechamos a direção: amadeirado seco, cítrico limpo, floral branco, âmbar quente. O território é a fronteira dentro da qual a fragrância pode nascer, e é o que impede o resultado de virar gosto pessoal de quem criou.
O território vira acordo de notas. Acolhimento pode pedir madeira e baunilha; confiança pede cedro e chá branco; limpeza pede almíscar e cítricos. É aqui que se decide o que a pessoa sente ao entrar, o que fica no ar e o que permanece depois.
Fragrância não se aprova em sala fechada. O mesmo acordo lê diferente conforme o pé-direito, o fluxo de ar-condicionado, o material do piso e a circulação de gente. Testamos no lugar onde ela vai viver, com as portas abrindo como abrem todo dia.
Definida a fórmula, resta o quanto e quando. Um showroom vazio às nove da manhã e cheio às seis da tarde não pedem a mesma dose. Ajustamos a programação dos equipamentos para o ambiente estar pronto quando o público chega, sem nunca pesar.
A fórmula aprovada ganha nome, entra em produção e passa a abastecer os seus equipamentos na rotina mensal de sempre. A partir daí ela é um ativo da marca, como o logo: pode virar home spray, vela, presente e aroma de evento.
Sobe rápido e vai embora rápido. É o que a pessoa sente ao cruzar a porta, e a primeira impressão do lugar.
Domina o ambiente durante a permanência. É a camada que carrega a personalidade da marca.
Sobe devagar e não vai embora. Agarra em tecido, papel e memória, e traz o espaço de volta depois.
Uma marca cuida do logo com contrato, manual e registro. Com o cheiro, quase ninguém faz o mesmo. A gente faz.
A fórmula é escrita a partir da história que a sua marca conta. Antes dessa conversa, ela não existia.
A fórmula entra no seu nome e sai da nossa prateleira. Nenhuma outra empresa recebe uma proposta com esse aroma.
Loja nova, linha nova, campanha nova. A fórmula ganha variações e continua reconhecível, do mesmo jeito que a sua identidade visual se adapta sem deixar de ser ela.
É o mesmo cuidado que qualquer marca séria tem com o próprio nome. A diferença é que, no cheiro, quase ninguém ainda tomou esse cuidado.
Cheiro de chuva.
Três palavras. É com isso que um briefing olfativo costuma começar.
Orvalho, no instante antes da chuva.
Não a chuva que já caiu, mas o amanhecer em que o ar muda e a pessoa percebe antes de entender.
Experiência olfativa integrada à exposição do Centro Sebrae de Sustentabilidade, acompanhando o percurso do visitante.
Um aroma que ninguém consegue nomear de imediato e todo mundo reconhece.
Criada uma vez, ela passa a trabalhar em todos os pontos onde a marca encontra o cliente.
Nos equipamentos da loja, do showroom, da recepção ou da clínica, com reposição mensal.
Ver Empresas →Home spray, vela, difusor e presentes com a sua marca no rótulo, para o cliente levar para casa.
Ver Personalização →Lançamentos, feiras e ativações que passam a cheirar exatamente como a sua marca.
Ver Eventos →O prazo depende de quantas rodadas de ajuste a sua marca pedir. O caminho passa por briefing, primeiras propostas, prova dentro do seu próprio espaço e calibragem de intensidade. A prova no ambiente real é a etapa que mais define o prazo, porque um aroma que agrada no papel pode se comportar de outro jeito no seu pé-direito e no seu ar-condicionado.
É exclusiva. Uma fragrância criada para a sua marca não é oferecida a nenhum outro cliente da CriAromas enquanto o contrato estiver vigente. É essa a diferença entre escolher um aroma do acervo e ter uma assinatura olfativa própria.
Os ajustes fazem parte do processo, não são extra. A calibragem de intensidade também: depois de instalado, a dosagem é acertada no local, porque o nariz se acostuma rápido e a faixa certa é estreita.
Sim. O mesmo aroma pode ser envasado em home spray, vela, difusor ou sachê com o seu rótulo. É o caminho natural de quem já tem assinatura olfativa e quer que o cliente leve o cheiro para casa.
Pode trocar. O contrato prevê carência de dois meses antes da primeira troca, justamente porque o nariz precisa de tempo para parar de estranhar o que é novo. Passado esse período, a troca é feita sem custo de equipamento.
Não. Muita marca começa escolhendo um aroma do acervo, entende como o espaço responde e só depois parte para a criação de uma assinatura própria. Os dois caminhos usam o mesmo equipamento em comodato.